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A educação de hoje não é mais a mesma do seu tempo?

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Livros, cadernos, lápis, caneta, borracha e professor. Essa era a tecnologia que você utilizava nas aulas? Pois bem, esses apetrechos continuam sendo utilizados nas escolas, mas as coisas mudaram um pouquinho, e o foco está em proporcionar aulas cada vez mais interativas, ou seja, fazer com que o aluno tenha uma experiência única de aprendizado, e é assim que a tecnologia vem contribuindo para a formação dos novos cidadãos do mundo.

Há dez anos jamais pensaríamos em um óculos que grava todas as suas experiências cotidianas, abrindo espaço para novas formas de olhar e revisitar o mundo. Também não tínhamos à nossa disposição tablets e smartphones, com aplicativos de tradução de texto e voz, chamadas por videoconferências e verdadeiras plataformas de aprendizagem de idiomas a um clique de nossas mãos. E isso faz tão pouco tempo!

E o que mudou? A maneira com que nos relacionamos com os diversos conteúdos a que temos acesso. Hoje é possível aprendermos sozinhos, buscando conhecimento em MOOCs ou aulas gravadas em qualquer universidade do mundo. Quebramos barreiras e paradigmas na educação, transformando os alunos em mais do que aprendizes, mas também em professores, em autodidatas.

Mudanças não podem ser motivo de espanto

Essa mudança drástica no processo educacional não pode ser motivo de espanto, mas sim de curiosidade, de atitude, pois é através destes novos mecanismos de aprendizagem que nossos alunos terão uma outra visão do que é aprender. Ao mesmo tempo, nossos professores adotarão uma nova postura, de mentores, mediadores de debates e temas que impactam diretamente a vida dos alunos. Temos à nossa frente uma educação baseada em experiências e competências individuais, proporcionando a formação completa e direcionada de cada aluno. Seria possível pensarmos nisso vinte anos atrás?

Infelizmente boa parte de nós perdeu a chance de interagir com plataformas de aprendizagem diferenciadas, conectadas aos mais diversos dispositivos tecnológicos, mas ainda assim tivemos bons momentos. O importante é saber que esse novo modelo de educação está se adequando a um novo perfil de aluno, mais dinâmico, mais curioso e menos passivo, detentor de tanta informação quanto o professor, com a vantagem de ter, a poucos cliques de distância, uma resposta para qualquer questionamento.

Os novos mecanismos da educação

Como falamos durante a nossa conversa, os novos mecanismos da educação contemplam não uma nem duas tecnologias a mais, eles integram as tecnologias tornando-as facilitadoras do processo de aprendizagem. Lembra do Google Glass do início do nosso post? Pense-o agora sendo utilizado para gravar uma visita a um museu, a uma empresa, a uma fábrica, e replique essa experiência para milhares de pessoas. Fantástico, não?

Visualize uma impresso 3D criando um protótipo de uma peça de carro ou ainda um fígado humano. Que tipo de benefícios podem ser retirados de uma tecnologia dessas? Você já ouviu falar em Big Data? Talvez sua empresa utilize um para gerenciar os negócios. Agora transporte toda essa tecnologia envolvida para uma instituição de ensino, onde cada aluno tenha um perfil detalhado e possa ter um mentor para conduzi-lo pela aprendizagem dos conteúdos que lhe são mais difíceis. Sim, isso é possível.

Realmente a educação de hoje não é a mesma de antigamente, e daqui a 20 anos, não será a mesma de hoje, por isso devemos aproveitar as mudanças e aprender com elas, mesmo que não estejamos mais na escola, afinal, somos todos professores e aprendizes.

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